Meu carro novo em 2010 foi um Toyota Corolla. Veja informação do 2011. A linha Corolla 2011 anuncia sucesso nas garagens; em 2010 o meu carro novo foi um Toyota Corolla. Voce veja informação do 2011 que já esteve disponível nas concessionárias. O ar- condicionado, por exemplo, recebeu um compressor de volume variável, que permite um gerenciamento mais eficiente do sistema e conseqüentemente funcionam no linear do equipamento, captando menos energia do motor. O resultado dessa alteração é a melhora no consumo de combustível e do conforto na cabine.
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O Corolla 2.0 16V Dual VVT-i Flex é equipado com uma nova transmissão automática de quatro velocidades Shifttronic, com Super ECT (Eletronic Control Transmission) que tem novo desenho e nova construção, relação de marchas adequadas à motorização de dois litros Flex e opção de trocas seqüenciais que podem ser feitas na alavanca de câmbio em posição “S” ou por meio de borboletas localizadas atrás do volante, proporcionando uma condução mais esportiva ao motorista. A tecnologia Super ECT analisa as condições de uso do veículo (ladeira, subida, trânsito, etc) e, em função disso, seleciona e mantém a marcha mais adequada para a condição encontrada. A atuação do Super ECT ainda evita mudanças desnecessárias de marcha, otimizando o desempenho e reduzindo o nível de emissão de poluentes e o consumo de combustível.
A partir de agora, a opção do Corolla com câmbio manual de cinco velocidades fica para as versões GLi e XLi. Também foi ajustado o sistema da direção elétrica, que ficou com uma resposta mais direta, proporcionando maior esportividade na condução do veículo. As molas da suspensão traseira e dianteira foram recalibradas, deixando o sedã mais firme, sem comprometer o conforto. Esteticamente, o Corolla, nas versões Altis e XEi, recebeu o logo Dual 2.0 VVT- i Flex que identifica a nova motorização. Na versão topo de linha também se vê presente o logo Altis na traseira. As demais versões não sofreram alterações no desenho, que permanece atual, elegante e com toques de esportividade.
A lista de equipamentos da linha Corolla, que contempla gama de quatro versões e dois tipos de motorização, continua a oferecer tudo o que motorista e passageiro precisam para uma vida confortável a bordo, sendo uma das mais completas do segmento. Com todas as melhorias apontadas, o Corolla 2.0 16V Dual VVT-i Flex obteve o melhor desempenho entre todos os sedãs médios equipados com motor de dois litros Flex à venda no Brasil, segundo teste realizados pelo Instituto Mauá de Tecnologia, encomendado pela Toyota do Brasil. O veículo acelera de zero a 100 km/h em 11,6 segundos com álcool e em 11,8 segundos com gasolina – melhor performance da categoria. A retomada de 60 km/h a 100 km/h, condição típica de uma condução na estrada, é feita em 7,55 segundos com álcool e em 7,64 segundos com gasolina – os melhores números da avaliação ante todos os competidores. Os testes realizados seguem o padrão do Instituto Mauá e foram feitos com o ar-condicionado ligado e com duas pessoas a bordo. O consumo urbano do Corolla 2.0 16V Dual VVT-i Flex também se destaca diante dos rivais, segundo o teste do Instituto Mauá. Os números apresentados pelo modelo da Toyota foram 6,17 km/l com álcool e 8,22 km/l com gasolina.
Além da introdução do propulsor de dois litros, a Toyota também promoveu alterações na linha Corolla 2011 como um todo, que, a partir de agora, se apresenta da seguinte forma: o modelo topo de linha SE-G passa a se chamar Corolla Altis e vêm equipado exclusivamente com o novo motor 2.0 litros e com uma nova transmissão automática de quatro velocidades. O propulsor ainda possui o duplo comando de válvulas variável, que atua nas válvulas de admissão e escape. Segundo a marca, a tecnologia resulta em melhor desempenho e menor consumo, inclusive se comparado com o comando de válvulas variável convencional utilizado nos Corolla com motor 1.8. O Corolla XEi também estará disponível com os novos motores e câmbio. A versão GLi continua a oferecer o motor 1.8 16V VVT-i Flex, disponível nas transmissões automática de quatro velocidades e manual de cinco velocidades.
A transmissão automática do Corolla 2.0 também é inédita e possui opção de trocas seqüenciais, que podem ser realizadas tanto pela alavanca do câmbio quanto pelas borboletas situadas atrás do volante. A grande novidade na linha Corolla é o motor 2.0 litros 16V Dual VVT-i Flex, um dos mais modernos aplicados em um veículo fabricado no Brasil. Trata-se de uma nova família de motores, denominada ZR (os motores 1.8 16V V VT-i Flex pertencem à família ZZ). Além da nova motorização, a gama de versões também foi modificada. A configuração de entrada XLi (que deixa de ter o motor 1.6) e a GLi são oferecidas apenas com o motor 1.8 16V e com a opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades. De construção leve e compacta e com alta rigidez, esse propulsor tem um desenho totalmente novo e adota bloco e cárter de alumínio.
A potência máxima é de 153 cv, com álcool, a 5.800 rpm e de 142 cv a 5.600 rpm, com gasolina, enquanto o torque atinge 20,7 kgf.m a 4.800 rpm com álcool e 19,8 kgf.m a 4.000 giros com gasolina.o Corolla XEi poderá ser comprado com o novo motor 2.0, assim como a antiga versão topo-de-linha SE-G, agora rebatizada como Altis. Ambos serão vendidos somente com a transmissão automática de quatro marchas. A taxa de compressão é 12,0:1, que otimiza a performance com álcool. Para melhor aproveitamento da alta taxa de compressão, o motor 2.0 16V Dual VVT-i Flex da Toyota utiliza velas de irídio do tipo M12, mais finas e com longo alcance, que colaboram para a queima mais eficiente do combustível. Na medição de consumo rodoviário, o Corolla 2.0 obteve médias de 10,17 km/l com álcool e 12,84 km/l com gasolina.
Existe uma continuidade harmônica das linhas da lateral entre os eixos e a parte inferior dos pára-choques. A traseira também enfatiza as formas do modelo, onde se sobressai a tampa do porta-malas que, além de ‘musculosa’, ainda acompanha em perfeita sintonia o caimento da Coluna C. As lanternas traseiras seguem o desenho da parte superior do pára-choque, invadem a tampa do porta-malas e - assim como os faróis dianteiros – têm luzes em três parábolas que criam um visual muito bonito, quando acesas. A dianteira do Corolla traz linhas curvilíneas e capô com linhas acentuadas, que privilegiam aspectos aerodinâmicos e harmonizam com o pára-choque de linhas marcantes. Na lateral, destaque para a linha de cintura alta e para a fluidez das formas, que criam um visual dinâmico, ressaltado pelo aumento da largura da carroceria, pelas colunas centrais finas e pelo teto de perfil baixo.